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domingo, 8 de setembro de 2013

Dear New York, um dia eu volto!

Os posts aqui escritos sobre a viagem são das minhas saudosas memórias de uma viagem inesquecível pelos lugares, pessoas, culturas e descobertas vividas. Sei que já tem um bom tempo que voltei, e que as vezes parece sem nexo ficar blogando algo que já tem meses. Mas prometi a mim mesmo que narraria toda a trip que fiz aqui no blog. E me dei um prazo até novembro desse ano hehe. Depois sigo com os posts de temas aleatórios. Sei que é um prazo generoso, mas gosto de reviver minhas lembranças quando venho aqui blogar. E não tem jeito, esse ano de 2013 ficará marcado como o ano da minha viagem. Agora sem mais lerolero, vamos voltar a minha dear New York pra poder seguir para a crazy Vegas.

Não tem como ver os filmes de New York e não ouvir falar no Brooklyn né, e esse era o um dos must go de NY. Tinha lido que lá tinha um clima bem diferente do resto da grande ilha. Fomos de metrô e os planos era aproveitar e passar no restaurante brasileiro, que dizem ser o melhor o ''Miss Favela'', mas o Brorklyn é enorme e por cansaço não fomos ao tal restaurante, pois teríamos que pegar outro metrô. Daí andamos por lá, encontramos um senhor muito elegante que nos falou várias histórias e disse que aquela parte em que estávamos era a aparte mais segura de New York. E não o gueto do Brooklyn como estávamos pensando haha. Ver a vista da ilha do Brooklyn também é outra coisa que emociona. Depois de andar pelas ruas lindinhas, passar por um parque e ver a New York, mais calma, fomos procurar a ponte, que também é linda. Fica até chato adjetivar de lindo toda hora, mas não tem como não falar, não tem nada que não me encantou naquela cidade. Tudo lindo, limpo, arrumado moraria fácil lá rs. Uma vez uma blogueira que sigo falou que muita gente que canta que só quer ''uma casa no campo'' mas o que ela queria mesmo era só um loft em Manhattan hehe. E comigo é bem isso também rs. Mudaria pra lá feliz sem pensar 2x.   
Em uma rua com as casinhas no estilo das do seriado
 Todo mundo odeia o Cris haha. 
                                       


Praça no Brooklyn

Farofando no Brooklyn


A ponteeeee!


vista da Ilha. 



Depois do Brooklyn nos encontramos à noite com alguns dos amigos brasileiros que dividimos a casa no intercâmbio num famoso bar em que os meninos queriam ir o Hooters, nesse bar o uniforme das garçonetes são shortinhos e tops tudo bem curtinho. Meninos! rs Fomos lá e o ambiente era legal, muito mas homem frequentando que mulheres. Poque será né! rs Na volta com os meninos fomos entrando em várias lojas de souvenirs e farofando bastante hehe. 


Os meninos com as garçonetes dos Hooters


Parte dos housemates em New York

Sempre olhando o mapa rs



No dia seguinte fomos a mais um museu, o Metropolintan of Art e pelo mesmo esquema de pagar donation de $1. Nesse não conseguimos andar todo, estava cheio, fazia muito frio nas ruas, e acho que nesse dia todas as pessoas que estavam em New York escolheram ir lá rs. Além do cansaço, turistar nesse ritmo em que estávamos de tudo a pé e abraçar ao máximo tudo que podíamos era bem cansativo. Prazeroso claro, mas cansativo. 

Espadas e armaduras de um tempinho atrás

Com um faraó ai milenar rs

...

New York estava chegando ao fim e o último dia para aproveitar a cidade seria no meu aniversário. =D 12-03, 22 aninhos. Queria ir a uma baladinha lá, mas no dia seguinte íamos voar pra Vegas, e como já tinha comprado a entrada para uma apresentação do David Guetta na Xs Encore de Vegas sosseguei e preferir ir comer comida brasileira que a tempos não comia com os housemates.   

Mas não posso deixar de registrar aqui que depois de andar durante o dia todo no dia do meu niver e não ter falado com ninguém do Brasil fiquei um pouco tristinha, cheia de saudades, também tive que fazer a escolha de não ir a Broadway e deixar para uma próxima, os ingressos estavam caros e eu tinha que racionar o money para durar até o fim da viagem, pois ainda tinha muito caminho pela frente.

Dai eu morrendo de saudades, peguei o notebook e fui para Starbucks que tinha mesa mais próxima do hotel pra dar sinal de vida, receber os parabéns da família e ler as mensagens no facebook. Não aguentei! Chorei horrores. Imagina a cena, uma jovem aos prantos falando no skype e um monte de americanos entrando e saindo com seus cafés e outros em seus tablets e celulares aproveitando o wifi free. Mas a tristesa de saudade foi rápida, sempre tenho meus momentos de deprê no meu aniversário. Fico animada todos os dias antes, mas na data, sei lá porque fico mais pensativa. Mas voltei pro hotel as meninas me animaram e fomos jantar e comemorar no Brazilian Grill.

Lá fomos recepcionas com boa noite, e a pergunta: Estão com saudades de um feijãozinho com arroz? rs. Foi inevitável a animação com o cardápio. Com Feijoada, arroz feijão, bife e farofa. E quando vimos Guaraná Antártica haha. Foi pura alegria. A comida deliciosa,  sobremesa mousse de maracujá, atendimento de primeira. A conta que não foi lá tão legal assim. hehe Rachando deu mais de $50 dólares. 


Animados com o cardápio


Feijoada! Comi 3x rs
                                       

Restaurante Brazilian Grill
Adorei passar meu aniversário com os housemates.
       


Good bye my dear New York, one day we see again!


Segue a abaixo a trilha sonora que eterniza New York, adoro essa versão no piano da Alicia Keys, me arrepiava toda vez quando entrava em algum lugar lá e estava tocando essa música. Versão moderna que traduz a cidade desbancando o clássico a New York, New York de Frank Sinatra. 




Me despedi já no dia 12, já que no dia seguinte era acordar e fechar a mala e partir para o aeroporto e voar para o segundo destino do Grace Period, nada mais nada menos que o playground da América, a crazy Las Vegas. 

Mas isso ai eu conto no próximo post.








quarta-feira, 7 de agosto de 2013

5° dia em New York

Nós 3. Carioca, mineira e paulista.
O quinto dia em New York continuou com o mesmo ritmo de 220volts. Seguindo o diário de bordo da aventura das três estudantes, eu carioca, uma paulista e uma mineira mapas em mãos e pé na rua fomos turistar, mas dessa vez  em quatro, pois, por pura coincidência, e pelo querido facebook, vi que uma amiga dos meus primeiros períodos da faculdade tinha postado uma foto com a Xuxa na Times Square. Semanas antes de eu começar a trip. Ela estava em New York fazendo intercâmbio, daí  mandei um inbox e marcamos de passar o sábado juntas. Nos encontramos na porta do nosso hotel e seguimos rumo ao metro para ir a Wall Street. 

Mari a quarta integrante do dia e Eu
                                          

Vimos no mapa nossas direções e traçamos o roteiro do dia.  Memorial de 11 de setembro, centro financeiro de Wall Street e a Estátua da Liberdade. Fomos de metro, mais uma vez tranquilamente, nada de taxi, porque as verdinhas eram preciosas. Andar de metro em New York é uma delícia, se sente a verdadeira mistureba que é aquela cidade, o metro de lá não é novinho, não é bonitinho igual ao do Rio mas é eficiente, corta a cidade toda, o tempo de espera é curto e nem de longe é cheio como o do Rio. Outra coisa legal é como tem artista de rua pelos vagões. Coisa linda! Vi tecladista cantando blues, latino cantando Kuduro com sanfona. Quase um trem carioca #sóquenão hehe. Brasileiro passeando também não faltava.  


O Memorial das Torres Gêmeas estava cheio e enfrentamos muitas filas. O lugar tem um ar pesado desde o início, e é um local onde as pessoas não estão lá para posar para fotos. O lugar é triste, uma coisa que arrepia. Os procedimentos para entrar são quase os mesmos dos aeroportos, é scaner, tirar sapato, casaco, todos os metais. Nossa! Te deixa tenso. Mas uma experiência válida pra repensar nos atos cruéis do ser humano. 
Memorial 11 de Setembro (repare nos nomes,
 todos de vítimas do atentado)
#dica: para entrar no Memorial, a sugestão de doação é de $5,00 mas é sugestão. Logo fica a seu critério dar mais ou menos. Como já contei aqui antes, estávamos controlando tudo e demos somente $1,00. Assim como muita gente também faz.

Poço onde a água parece estar eternamente caindo e indo para um lugar sem fundo, arrepiantemente triste.

Depois dos ares pesados do Memorial fomos caçar a famosa rua do centro financeiro.  Em Wall Street tiramos a fotinho com a mão no saco do búfalo rs (Segundo a superstição, dizem que tirar foto tocando nos testículos do búfalo do Wall Street atrai dinheiro). E é claro, ninguém quis contrariar né. ( Só pra lembrar que em tempos de planejamento eu era a única que falava que iria ir lá pagar esse mico, na hora todas foram, e foi uma comédia só). Lá é um lugar bem charmoso de muita história. E é maravilhoso pensar na grandiosidade das decisões que são tomadas ali que influência toda a economia mundial. Lembrei de mais um filme: ''Wall Street, o dinheiro nunca dorme''. Eita lugarzinho que cheira a dólar haha.                                
Para trazer dinheiro e não quebrar a superstição
 fotinho com a mão no saco do buáflo da Wall Street.

Depois de passearmos pela Wall Street em um sábado onde ao invés de vermos homens de negócios engravatados, vimos foi pessoas com máquinas fotográficas, turistas como nós de várias partes do mundo, todos disputando um espaço para a foto clássica com o Búfalo, pegamos nosso mapa e seguimos rumo a estação de onde sai o Ferry que passa pela Estátua da Liberdade. Nós não pegamos o Cruise Turístico que pára na ilhazinha porque além de ser caro, não poderia subir na estátua devido aos reparos que estavam ocorrendo lá em virtude do  furacão Sandy. Mas sabíamos da existência do Ferry Free, a barca gratuita que passava perto do monumento.
O Ferry Free é parecido com a Barca que faz Rio-Niterói e não tem que pagar. Passa ''perto'' da Estátua da Liberdade, dá para ver a grandiosidade e a beleza da ilha de Manhattan e arriscar muitas fotos com o zoom da câmera. Passeio quase obrigatório. Vale a pena mas pela vista de longe da ilha, do que pela própria Estátua.    


Lanchamos pela estação do Ferry mesmo, voltamos e pegamos o metro novamente, descemos na Times Square e fui com a Mariana tirar foto na fachada da redação de um dos melhores jornais do mundo, o New York Times #jornalistafellings. Mas os carros passando não ajudaram muito e a foto não ficou das melhores. Me despedi da Mariana que seguiu rumo a estação de trem e voltei para o hotel. 



Nós 4 e a Escada haha. O coleguinha turista não soube
enquadrar a foto.

Agora com a frente do Bufalo que nos trará muito dinheiro haha


Ruazinha do Centro financeiro 

Plaquinhas retrô que são vendidas pelos
 arredores de Wall Street

Me arrependo de não ter comprado essa.


Vista do Ferry Free 

Ilha de Manhattan
Tá vendo lá no fundinho? Eis a Estátua da Liberdade




Times Square à noite

Companheiras

Frente da Redação do New York Times.
#journalismfeelings

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dia cultural em NYC

Bryant Park, antes de entrar na Biblioteca Pública

Depois da farra das comprinhas no bairro de Soho (onde mas babei do que comprei) e sem nenhuma atividade cultural decidimos que nosso roteiro do quarto dia seria inteiramente gratuito, cultural e sem gastanças. Saímos cedinho do hotel com um vento frio e neve. New York com neve é linda demais, mas o frio é rigoroso. Fomos rumo a Biblioteca Pública de New York, um prédio histórico, lindo, uma biblioteca gigante de deixar qualquer um boquiaberto de tamanha grandeza. Antes de chegar na biblioteca, no caminho passamos pela Brazil Avenue, que não tem nada demais, é só o nome da rua mesmo, mas tem um gostinho especial ver qualquer coisa da nossa pátria fora dela neh. Dá um orgulho! 


Andamos a biblioteca toda, vimos os quadros dos governantes importantes do passado de New York, passamos pela sala central onde tinha vários computadores e acessamos a internet de graça por 30 minutos e fizemos contato com o povo do Brasil,( não fizemos ligação internacional em nenhum momento da viagem, todos os contatos eram feito via skype e facebook).


                                        

Depois  seguimos rumo a Grand Central Station, a estação de trem de New York, outra construção antiga mas totalmente preservada como tudo na cidade. Agora preciso falar que me emocionei quando entrei lá, um mundo de gente indo e vindo, de todas as nacionalidades, vi alguns soldados americanos e fiquei imaginando a história deles. Era o mês em que a estação estava completando 100 anos. Então, estava com exposição da história do local, uma movimentação extra e muitos grupos turísticos. Ah... sem falar que essa estação foi onde o Justin Timberlake fez a dancinha do final do filme Friends with Benefits. Ficamos um bom tempo lá observando tudo. Depois de muito andar fomos caçar um lugar bom e barato para almoçar e encontramos o Food Exchange, simples, bonitinho e comparado com a faixa de preços de New York, um preço razoável. Comi um sanwiche enorme, e as meninas  massa.                             
Quinta Avenida 
Depois de almoçar continuamos a bater perna, passamos pela Quinta Avenida (me senti num filme haha). Paramos na igreja mais tradicional da cidade, a San Pratricks, linda e gigantesca, lá tinha um iPad para fazer doação do dízimo haha. Coisas de New York. Passamos pelo centro Rockefeller, que foi um achado pelo caminho. E lá onde fica as muitas bandeiras das nações, a pista de patinação no gelo (essa sempre via pelas fotos e achava que era gigante, mas nem é, a pista de Lake Placid era natural e mil vezes maior). Lá também é onde fica localizado a famosa loja da LEGO, ponto obrigatório para quem visita a cidade com criança. Depois de fotinhos e muita deslumbramento com o lugar que todas nós sempre víamos em fotos. Seguimos para o MOMA, o Museu de Arte Moderna, um dos mais conceituados de New York e uma referência mundial.

Enfrentamos uma fila enormeeeeeee! Mas rápida. Acredite, até as filas eram legais em New York, haha, se vê gente de todo lugar, de todos os estilos. Na sexta-feira no final da tarde a entrada é gratuita, antes das 16h e em dias normais a entrada é de $18. Mais uma economia que fizemos graças as pesquisas feitas antes da viagem. 

Quadro O Grito. 
O MOMA, posso dizer que é um lugar que nem todos vão gostar, são 5 andares de Arte Moderna, coisa que leigos veem e se perguntam: Porque aquilo é arte ? Porque aquilo está ali? Mas é uma ótima experiência, o museu é gigantesco, confesso que gostei muito mais de observar as pessoas do que as obras, pois, era um povo mais alternativo, com roupas mais diferentes e o único museu que esbarrei com brasileiro apenas uma vez.  No entanto, quando cheguei no quinto andar me animei com as obras mais clássicas como o famosíssimo quadro O Grito, obras de Andy Warhol, Van Gogh e tantos outros nomes que estudava na escola nas séries que tinha aula de Artes (faz tempo!). 


Quinta Avenida à noite
Depois de muito cansadas voltamos mais uma vez a pé para o hotel super cansadas, mas super animadas. Quinta Avenida à noite é puro charme! Chegamos no hotel descansamos um pouco e descemos novamente para bater perna  pela Times Square. Com o movimento da sexta a noite a cidade fica ainda mais frenética    




Ficamos tão pequenininha diante da grandeza desta construção
  Biblioteca Pública





Frente da Grand Central Station

Onde o Justin Timberlake fez a dancinha =D

Grand Central Station

Lugar que me encantou demais!

Rockfeller Center ( essa pista de patinação nem é tão grande rs)

Achei a bandeira do Brasil =D
Interior da igreja de St Pratick 
                                                       

Interior da igreja de St Pratick 
                                           
Interior da igreja de St Pratick
                                                       
Olha o que o MOMA oferece

Entrada do MOMA

Isso é arte ?!.

Curti! #Aliciafeelings.


Ficaram cansadinhas!

Arte MUderna, go spider, go spider!

Curti!

Pensei que fosse maior haha a moldura é muito maior que a figura

Legenda

Em MOMA

Fridinha

Curti!



Noite Estrelada, Van Gogh

Arte Mudeeerna! haha Já tinha visto esta obra em muitos livros

One Way

Horas do Mundo

Vitrine da Chanel


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Site da Biblioteca Pública de NY
http://www.nypl.org/

Site do MOMA